sábado, 8 de agosto de 2009


A singularidade única e sensível do ser individual é naturalmente ímpar e indiscutível... o amor-próprio, o apreço e respeito pela pessoa que somos é a base para um sorriso solto e arejado, capaz de nos fazer descobrir no outro a complementaridade que dará lugar a nos sentirmos mais completos… amiga… na essência não somos e, jamais seremos seres isolados e não!… Lamento desiludir-te mas, a ligação ao outro é-nos intrínseca pois só assim podemos assegurar uma série de necessidades básicas que vão desde a sobrevivência da espécie até às necessidades de reconhecimento pelo outro, aceitação de grupo etc etc etc… a outra metade é de facto uma busca tortuosa que nos assombra… naturalmente que, por defesa, e porque somos humanos e como tal frágeis, o reconhecer que esta não é tarefa fácil… e que o caminho é muitas vezes tortuoso, sem grandes respostas e por vezes carregado de ilusões e desilusões sucessivas que nos sufocam e trancam a vontade de voltar a crer, a defesa é mais do que justa… colocando por terra toda e qualquer teoria que nos apresente o outro como um fim e não como um meio… iludimo-nos então de que, o melhor mesmo é o conforto das nossas almofadas… dispostas muitas vezes de forma desordenada para que não batam de frente com as nossas vontades igualmente desordenadas do agora quero para logo depois desejar não mais…. Mas isso, como tu mesma costumas dizer, “são fases”…. Que fazem parte desta aventura maravilhosa que se chama viver… os sorrisos, as lágrimas… o desespero de arrancar cabelos… o choro desatado, a gargalhada… uma bossanova… seguida de uma pimbalhada do pior… tudo faz parte… tudo quer dizer que o dedão grande do nosso singelo pezinho ainda mexe…. E, acredita… é tão bom mexer… e melhor ainda é ter alguém que connosco consiga ver esta pequena maravilha… os verbos complementar e completar são sinónimos e ambos pressupõem o colmatar de alguma coisa… eheheh…

Adorei… responde mais!!!!

Além do mais… pensa só… o vermelho, o azul e o amarelo são por si só cores… bonitas… e ninguém duvida disso… no entanto, juntas… da forma certa… completam-se… complementam-se… desfazem-se… e fazem-se de novo nascer dando lugar ao arco íris…
Como dizia o outro… “Valia a pena pensar nisto”

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